quinta-feira, 19 de julho de 2012

O grito II Ora essa... Vivo porque tenho que viver, sou assim, sou assado, mas sou eu. Não me escondo não me engano, e nem vivo a enganar... Sou o grito, a voz, o clamor, o terror... Sou o ultra - sensorial dos anexos tensos de astronomia. Sou a mente eloqüente e insana dos cientistas... Há sou, sou, sou... Sou, sou, sou... Cansei de ser, cansei de dizer... Só quero gritar... E gritar eu vou... Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa Hoooooooooooooooooooooooooooooooooooo Huuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu Hahahaahahahahahahhahahahaahahahah (Lord Rá) - Róger Taveira

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA

Em cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com
ninguém.
Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com
as pessoas.
Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à
discussão numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por
atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como
entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou
seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou à vez dele, foi embora para
outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se
aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou
outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou,
ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a
sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a
tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente,
para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e
lhe disse: o que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente: a senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: servi sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por
alguns segundos...
Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente: a senhorita
serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a
moça, terminaram o jantar, convencidos de que nada mais faria com que aquele
homem perdesse a compostura.
Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de
reagir com irritação e impensadamente.
Ao protagonista da nossa singela história, não importava quem estava com a
razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Quem age assim sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que
podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, e sem sentido.

(Autor desconhecido).

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Homenagem a "Narnia"



(Homenagem a “Narnia”).


Narnia é uma emoção inenarrável

Uma alegria incomensurável

Uma vida sem limites de imaginação

Uma verdade insofismável de meu coração

Uma felicidade sem dimensão

Uma realidade de pura gratidão

Narnia é minha magnífica ilusão imutável

Que para sempre estará no esplendor da minha comoção.


Asla... Para sempre sobre o infinito... Asla... Asla...

Narnia... Asla... Narnia...

(Roger Taveira)

A Estreita Estreia



A Estreita Estreia

Vibro com o colorindo oculto da vida
Sinto o refrão do destino
Acordo com o gritar do estomago
Durmo com o peso da lua
No entanto, quero libertar-me dos enlaces do homem
Dos entraves do desencontro
Dos vorazes e febris sentimentos do dia-a-dia
Da mansidão da terra do nunca
O nunca que nunca chega
O inverno que nunca me deixa
Da solidão que me estreita a cada dia na estreia da vida.

(Roger Taveira)

segunda-feira, 30 de maio de 2011


O Breu e a Chama



Encontro-me esfacelado de alegria e nostalgia...

Dentro da cúpula do breu profundo

E sobre mim está a incandescente chama da liberdade

Mais a verdade insofismável leva-me novamente ao retrógrado lar que vivia dantes.


(Roger Taveira)

Segredos Hipócritas

Às vezes achamos que conseguimos guardar os grandes segredos de nossas vidas
Mais esquecemo-nos que não existem segredos que não possam ser revelados
Não a véus que não possam ser desvendados...
Tentamos ocultar apenas nossa hipocrisia de mostrar quem realmente somos.
Por este motivo leve e singelo, vus peço que olhem para o espelho...
E profanem ao mundo quem verdadeiramente tu és
Não se esconda, porque esconder-se, é, trair a si mesmo.


(Roger Taveira)

terça-feira, 3 de maio de 2011


“O Frio”...

Frio nos traz aconchego, carinho e união...A vida nos pede essas pequenas virtudes, que muitas das vezes deixamos de lado, apenas para viver nossos sentimentos egoísticos mesquinhos. E nos esquecemos o quanto é bom se aproximar das pessoas que estão a nossa volta.

As pessoas nós ama em seu interior, pois cristo nos ensinou a amar o próximo...e compreender as imperfeições dos outros...E deste modo temos que levar a vida, sempre nas boas virtudes...

Portanto neste frio gostoso e aconchegante: vivemos o amor de unir-se aos que amamos e oremos pelos, que não gostam de nós.

(Roger Taveira)