Educação é tudo... É princípio e o fim... É a transformação do “sem luz” em iluminado... É a Busca do despertar e disciplinar, é, a constante roda dos laços do evoluir... E ...Progredir. (Roger Taveira).
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Em cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com
ninguém.
Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com
as pessoas.
Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à
discussão numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por
atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como
entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou
seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou à vez dele, foi embora para
outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se
aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou
outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou,
ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a
sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a
tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente,
para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e
lhe disse: o que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente: a senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: servi sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por
alguns segundos...
Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente: a senhorita
serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a
moça, terminaram o jantar, convencidos de que nada mais faria com que aquele
homem perdesse a compostura.
Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de
reagir com irritação e impensadamente.
Ao protagonista da nossa singela história, não importava quem estava com a
razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Quem age assim sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que
podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, e sem sentido.
(Autor desconhecido).
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Homenagem a "Narnia"

(Homenagem a “Narnia”).
Narnia é uma emoção inenarrável
Uma alegria incomensurável
Uma vida sem limites de imaginação
Uma verdade insofismável de meu coração
Uma felicidade sem dimensão
Uma realidade de pura gratidão
Narnia é minha magnífica ilusão imutável
Que para sempre estará no esplendor da minha comoção.
Asla... Para sempre sobre o infinito... Asla... Asla...
Narnia... Asla... Narnia...
(Roger Taveira)
A Estreita Estreia

A Estreita Estreia
Vibro com o colorindo oculto da vida
Sinto o refrão do destino
Acordo com o gritar do estomago
Durmo com o peso da lua
No entanto, quero libertar-me dos enlaces do homem
Dos entraves do desencontro
Dos vorazes e febris sentimentos do dia-a-dia
Da mansidão da terra do nunca
O nunca que nunca chega
O inverno que nunca me deixa
Da solidão que me estreita a cada dia na estreia da vida.
(Roger Taveira)
segunda-feira, 30 de maio de 2011

Segredos Hipócritas
Às vezes achamos que conseguimos guardar os grandes segredos de nossas vidas
Mais esquecemo-nos que não existem segredos que não possam ser revelados
Não a véus que não possam ser desvendados...
Tentamos ocultar apenas nossa hipocrisia de mostrar quem realmente somos.
Por este motivo leve e singelo, vus peço que olhem para o espelho...
E profanem ao mundo quem verdadeiramente tu és
Não se esconda, porque esconder-se, é, trair a si mesmo.
(Roger Taveira)
terça-feira, 3 de maio de 2011

“O Frio”...
Frio nos traz aconchego, carinho e união...A vida nos pede essas pequenas virtudes, que muitas das vezes deixamos de lado, apenas para viver nossos sentimentos egoísticos mesquinhos. E nos esquecemos o quanto é bom se aproximar das pessoas que estão a nossa volta.
As pessoas nós ama em seu interior, pois cristo nos ensinou a amar o próximo...e compreender as imperfeições dos outros...E deste modo temos que levar a vida, sempre nas boas virtudes...
Portanto neste frio gostoso e aconchegante: vivemos o amor de unir-se aos que amamos e oremos pelos, que não gostam de nós.
(Roger Taveira)

Olá... Vida...
Como vai a senhora... Espero que bem...
E senhor Destino como andas?... Faz tempo que não o vejo, ando com saudades, pois preciso dele para avaliar meu futuro.
Entregue a Dona Felicidade meu abraço, pois a amo muito, e não gosto de estar longe dela, mas, no entanto às vezes é preciso... Nem sempre a Senhora Melancolia me deixa sozinho.
Beijos e paz, senhora Vida... Estou com saudades de todos... Até mais... Deus a ilumine.
(Roger Taveira)
quarta-feira, 30 de março de 2011
Problema: Desmotivação dos professores e sistema pobre e aculturado.
Conhecendo a si mesmo.
Nosso medo mais profundo é que nós somos poderosos além da medida. É nossa luz, e não a nossa escuridão, o que mais nos assusta. Nós nos perguntamos: quem sou eu para ser brilhante, lindo, talentoso e fabuloso?
Na verdade, quem é você para não ser? Você é um filho de Deus. Bancar o pequeno não serve o mundo. Não há nada de iluminado em se encolher para que outras pessoas não se sintam inseguras em torno de você. Todos fomos feitos para brilhar, como brilham as crianças. Nós nascemos para fazer manifestar a glória de Deus que está dentro de nós. Não é apenas em alguns de nós, está em todos nós.
E quando deixamos nossa luz brilhar, nós inconscientemente damos às outras pessoas a permissão de fazer o mesmo. Quando nos libertamos do nosso medo, nossa presença automaticamente liberta os outros".
Ana Karla Loureiro